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Notícias - Pesquisadores da UVA purificam duas novas formas de enzimas vegetais com elevado valor biotecnológico
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Um grupo formado por pesquisadores da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) e Embrapa Caprinos e Ovinos consegui a purificação parcial e estabilidade térmica de duas formas de peroxidases (POX), denominadas PdP I e PdP II. A pesquisa, desenvolvida nos laboratórios de Biologia Experimental (LABEX) e Química Analítica (LAQA) da UVA foi feita com os frutos da espécie vegetal Pithecellobium dulce – comum em vários estados do Nordeste e conhecida como mata-fome – e publicada em 26 de dezembro de 2016 na Revista Virtual de Química, da Sociedade Brasileira de Química (SBQ).   

O trabalho foi desenvolvido pelo grupo de pesquisadores formado pela Prof.ª Dr.ª Lúcia Betânia da Silva Andrade e Prof.ª Dr.ª Marlene Feliciano Figueiredo (Ciências biológicas/LABEX); pela Dr.ª Hévila Oliveira Salles (Embrapa Caprinos e Ovinos) e coordenado pelo Prof. Dr. Murilo Sérgio da Silva Julião (Química/LAQA).

A PdPI e a PdPII são proteínas básicas e ácidas, respectivamente, e a pesquisa desenvolvida aponta o potencial da espécie vegetal como fonte de peroxidase. “O estudo demostra a aplicação potencial dessas enzimas na modificação de biosensores, utilizados em análises laboratoriais de patologias e na indústria alimentícia, por exemplo, além de outras atividades com o uso de biotecnologia. Para se ter uma ideia do valor desse tipo de enzima, 1,0 mg de POX chega a custar, em média, 50 reais”, explica a Professora Betânia Andrade.

Os pesquisadores continuam os trabalhos com a Pithecellobium dulce para obter biosensores a partir das peroxidases PdP I e PdP II. Para ler o artigo completo, publicado na Revista Virtual de Química acesse AQUI

Pithecellobium dulce 

Árvore exótica de característica invasora no bioma caatinga, nativa da América Central e Costa do Pacífico, utilizada muitas vezes na arborização urbana, chamada também "espinheiro" ou "ingá doce".

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10.01.2017
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